Rá, ontem ouvi uma conversa no banheiro do buteco, no mínimo interessante. Mais ou menos assim:
Cidadão com o telefone na orelha, dizendo:
- Não, eu já disse que não estou! Não estou, você não ouviu?
- ...
- Eu tô falando a verdade, você não acredita em mim? - com a voz mais alterada - EU JÁ DISSE QUE NÃO ESTOU!!! ESCUTA AQUI, ESCUTA AQUI....
- ...
- Eu tô falando a verdade, você não acredita em mim? - com a voz mais alterada - EU JÁ DISSE QUE NÃO ESTOU!!! ESCUTA AQUI, ESCUTA AQUI....
silêncio
- Olha, eu não vou ligar do telefone do escritório pra você! É o fim do mundo me pedir isso!!!
- ....
- Se eu ligar, acabou, entendeu?!?! ACABOU!
E daí eu nã ouvi o epílogo da história... Afinal de contas não sou desse tipo de gente, hehehehe
Mas lembrei de uma crônica que li (talvez do Veríssimo), que era mais ou menos assim... O cara chega em casa e desconfia que tem alguém armário. A mulher acaba convencendo o marido de que se abrir o armário, tudo terá acabado, pois se tiver um homem será o fim e se não tiver quer dizer que ele não acredita mais nela... No final o marido sai pra "tomar um ar", calçando inclusive uns sapatos de outra numeração.
Achei que acontecesse só "nos filmes"...

Só para completar seu comentário Litta, a crônica em questão é mesmo do Verissimo, está em Comédias da Vida Privada. Só que essa crônica não termina assim tão bruscamente, o referido marido diz para a dignissima mulher que vai sair por 15 minutos, e a mulher fala que é melhor ele demorar 45 minutos. Quer dar mais uma antes de mandar o armário para sua própria casa.
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